1º Aniversário Missão Jovens Sarados Bariri

Dia 1º de Maio, em comemoração ao 1º aniversário da Missão Bariri, realizaremos uma missa, na Igreja Matriz, Paróquia Nossa Senhora das Dores de Bariri, as 19h, celebrada por nosso pai fundador, Pe. Edimilson Lopes da Cunha e nosso pároco Pe.Ademir Micheletto. Presença confirmada do querido Frei Gilson, dos carmelitas. Contamos com a presença e divulgação de todos vcs … Tamu Junto

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2º MARANATHÁ

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Fortes como Judite…coisa de mulher!


Baton, Escova de Cabelo, protetor solar, creminho, carregador de celular, espelho, Bíblia, caderno, chaves…é impressionante a quantidade de coisas que cabem dentro de uma bolsa de mulher. Cabem mais coisas lá do que nesse post! Isso porque ser mulher é ser tudo ao mesmo tempo agora. O homem organiza cada assunto do seu dia em “caixas” etiquetadas e em ordem alfabética hahaha. A mulher conecta tudo ao mesmo tempo através da emoção. É preciso utilizar essa característica como aliada! Se a emoção for guiada pelo Espírito Santo, imagine só aonde podemos chegar?

As mulheres sempre tiveram um papel peculiar e especial no plano de salvação. Começando pela Virgem Maria que num Sim aceitou ser porta do Céu para a humanidade. Recordando as mulheres da Bíblia pensamos em Maria, Judite, Ester, Debora, Isabel…
Imagine só uma mulher que tem sua cidade inteira citiada e tem a coragem de se ornar de ouro, ir ao acampamento do inimigo, seduzir e cortar a cabeça dele e libertar seu povo. Isso é coisa de mulher né… Essa foi Judite, um dos meus livros preferidos e que infelizmente nossos irmãos protestantes ignoram.

Imagine o coração de Judite. Ela tinha perdido o marido, não tinha comida, e tinha um grande número de empregados pra manter. No meio de tudo isso o Rei da cidade citiada decide dar um prazo pra que Deus responda milagrosamente sua oração.
Essa foi a primeira lição que aprendi com Judite: Deus não é meu empregado!


Ele não tem que fazer as coisas do meu jeito, na hora que eu quero…isso não é um amigo, é um escravo. Deus não é nosso escravo, nós é que somos escravos dele. E mesmo assim Ele insiste em nos chamar de amigos.

A reação de judite é reunir seus empregados, rezar, jejuar e obedecer à Deus que lhe conduziu à tenda do inimigo, cortar-lhe a cabeça e libertar seu povo.

”Quem sois vós para provocar o Senhor? Não é esse o meio de atrair a sua misericórdia, mas antes o de excitar a sua cólera e acender o seu furor.

Vós impusestes um prazo ao Senhor para exercer a sua misericórdia e fixaste-lhe um dia ao vosso arbítrio!

Mas o Senhor é paciente; façamos pois penitência por isso e peçamos-lhe perdão com lágrimas nos olhos (…) roguemos ao Senhor com lágrimas, que nos conceda sua misericórdia como lhe aprouver, para que, assim como se perturbou o nosso coração com o orgulho de nossos inimigos, do mesmo modo encontremos glória em nossa humilhação.” Jd 8, 11-17

Ser mulher é acreditar na misericórdia do Senhor. É ser serva, amiga e atuante no plano de salvação e ousada na evangelização. Ser mulher é ser feminina, não aceitar que a moda lhe tire a doçura ou lhe descaracterize. Ser mulher é ser orante. Ousada na espera e confiante na misericórdia. Ser mulher é saber respeitar e se dar o respeito. É dizer não à prostituição, dizer não ao aborto e abraçar à vida.

“A história do cristianismo teria tido um desenvolvimento muito diferente, se não houvesse a generosa contribuição de muitas mulheres”. Bento XVI

colaboração: Ana Lucia

twitter: @AnaLucia_cn

Blog: http://blog.cancaonova.com/analucia/

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“Prestemos atenção uns aos outros….”

A Quaresma é um tempo privilegiado de conversão, combate espiritual, escuta da Palavra de Deus e de reconciliação com Deus e com os irmãos. Devemos, nesse período, lutar com todas as nossas forças contra as tentações que querem nos afastar do caminho da salvação e assim nos preparamos, e bem, para a grande festa da Páscoa. É tempo de nos arrependermos dos nossos pecados e de mudar algo em que precisamos ser melhores para viver mais próximos de Cristo. Para isso nos é recomendado que pratiquemos três exercícios práticos: oração, jejum e a caridade.

E a palavra de ordem do Papa Bento XVI é para que, além das orações que devem ser uma ação constante em nossas vidas e do jejum que, antes de qualquer coisa, torna-se um hábito saudável de vida poder abster-se de alguns alimentos, devemos praticar a caridade. Devemos olhar para os nossos irmãos mais carentes, e atender as necessidades daqueles que gritam pela nossa assistência.

Nós, como cristãos, somos obrigados a olhar com atenção aos que passam por sofrimentos de ordem material e espiritual e por isso cabe a nós, nos livramos de tudo aquilo que se acumula em nossos armários, e repassar a quem realmente precisa.

Jesus Cristo no Evangelho de Mateus 25, 31-46, deixou bem claro que quando chegar o dia e a hora seremos julgados pelas nossas ações aqui na terra. Neste dia, serão separados aqueles que praticaram o bem ao próximo, daqueles que nada fizeram para que o reino de Deus se cumprisse entre nós. Por isso temos que diariamente prestar atenção entre aqueles que sentem fome e sede, que estão desabrigados, sem roupa ou que se sentem presos nas condições de vida em que estão, quer seja pelos vícios ou pelos desejos mundanos, ou pela penalidade das leis que os julgaram de acordo com suas ações. Não devemos esquecer-nos daqueles que agonizam nos leitos dos hospitais, dos idosos nos asilos, das crianças nos lares que esperam por uma adoção, das vítimas de maus tratos, entre tantos outros que passam situações desesperadoras em suas vidas. A cada situação dessas, se formos condizentes, estaremos perdendo a oportunidade de conquistar a possibilidade de estar em um lugar de conforto no reino de Deus.

Diante de tudo isso, devemos escolher se queremos estar á direita de Jesus no dia em que ele vier até nós. Cabe ressaltar que os que estiverem à direita serão salvos, do contrário, os que estiverem à Sua esquerda, pagaram pela falta de humanidade que deixou acontecer entre os filhos de Deus.

E sabe por que nos é pedido tudo isso? Pelo fato de não esperarmos apenas pelos governantes que a situação melhore em nossas cidades, pois está em nossas mãos o dever de praticar o bem sem olhar a quem.

Muito mais do que criticar, devemos estender as nossas mãos e arrancar aqueles que se sentem no fundo do poço. Somos obrigados a arregaçar as mangas e fazer aquilo que as autoridades demonstram ser incapazes de fazer. E isso só é necessário por que carregamos em nós a marca do amor maior, e por isso temos que fazer com que em nossos olhares seja transmitido o olhar de Jesus as pessoas, pois não devemos nos mostrar alheios e indiferentes ao sofrimento que passam. Somos marcados pelo ardor do Espírito Santo, força essa que contagia a todos que o conhecem e a sua unção não nos permite assistir de camarote a destruição da maior e melhor criação de Deus, que são os seres humanos, por isso, não espere que a miséria esteja perto de você para saber o quanto ela destrói o físico, o psicológico e o espiritual. Façamos hoje algo que possa minimizar o sofrimento entre os filhos de Deus e elevar sua autoestima em um nível que apenas o amor de Deus possa alcançá-los.

Pratique você também um ato de caridade!

Rodrigo Cardoso

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É Quaresma, mais um tempo da Graça de Deus.

Todos os anos, ao anteceder a Páscoa os cristãos vivem o período da Quaresma. Chama-se Quaresma os quarenta dias que antecedem à festa da Páscoa. O significado dos quarenta dias é retirado da própria palavra de Deus quando relata os quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública.
A Páscoa é a maior e mais importante de todas as festas da Igreja, uma vez que revivemos a morte e ressurreição de Jesus Cristo e, porque não, a nossa também.
A Quaresma é o período compreendido entre a quarta-feira de cinzas até a quarta-feira santa. Todo esse tempo é reservado para que nos preparemos para receber Jesus que vence a morte e nos dá como presente a vida eterna.
Durante esse tempo a Igreja relembra o período que Jesus passou no deserto e nos convida a caminhar com Ele, nos retirando da vida mundana e se prepararando para a “passagem” do Senhor.
O tempo de quaresma é reservado para a reflexão onde o católico deve se aproximar de Deus visando seu crescimento e conversão espiritual.
A igreja propõe três ações: a oração, a penitência e a caridade. Por que isso? Neste período que antecede a Páscoa, a Igreja propõe que voltemos nossa vida para a intimidade com Deus e isso somente se concretiza por meio da oração. É pela oração que ouvimos o que Deus tem a nos dizer e assim aumentamos nossa intimidade com o Senhor. A proposta é renascer com o Cristo crucificado e para isso devemos inserir em nossa vida alguma penitência com o sentido de sermos capazes de superar as dificuldades e desafios da vida. É proposto o jejum como forma de penitência, não só como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, e ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Além disso, o jejum deve se reverter em serviços de amor e em práticas de caridade. Por esse meio, o católico atinge a terceira linha de ação, a caridade. Tudo aquilo que fizemos como forma de penitência, devemos transformar em caridade. Somente conseguiremos atingir essa última ação se o coração foi preparado. Não se trata apenas de esmola, mas de entrar no coração do irmão que necessita de algo e dividir aquilo que temos. Num projeto ainda maior, a caridade é deixar de ter para você para conquistar ao outro. São Pedro Crisólogo diz que “o que a oração pede, o jejum alcança e a misericórdia recebe”. E como Sua Santidade o Papa Bento XVI, em sua mensagem para a quaresma de 2012, relata, demos ‘prestar atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras’ (Heb 10,24).
Neste tempo a Igreja passa a ter alguns ritos e gestos diferenciados. Nas celebrações eucarísticas utiliza-se os paramentos de cor roxa e suprime o cântico de alegria: o ‘Glória’. Tudo isso lembra o caráter de penitência e conversão. Além disso, a Igreja nos proporciona momentos de reflexão, vida de oração, pedidos de perdão, intercessão, compromissos de fé. Porém de nada valerá, se não tivermos mudança de vida. São Leão Magno nos remete que “não tem mérito nenhum negar alimento ao corpo se no coração não se renuncia à injustiça e se a língua não se abstém da calúnia”. Então, Sarados, mãos a obra e assumamos o compromisso desse tempo de preparação.
É o momento de nos perguntar, “Senhor, como queres que preparemos a Páscoa?” (Mt, 26,17). Do mesmo modo que os discípulos de Jesus o indagaram, também podemos nos perguntar. Preparemo-nos, pois o Senhor está a chegar, como Ele nos encontrará? A Quaresma é a oportunidade de refletirmos sobre tudo isso.

Tiago Pultrini

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Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma 2012

Irmãos e Irmãs!

Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24)

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de refletir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal. Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre atual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e, todavia, são objeto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o fato de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo atual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).
A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.
O fato de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje se é muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais retamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

O fato de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de considerá-la na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a atual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.
Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e onipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a ação do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).

3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efetivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.
Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua.
Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre atual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10). Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

Papa Bento XVI

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É CARNAVAL…

Muitos se perguntam: qual é a verdadeira origem do carnaval? ………. A liberdade para comer carne durante quatro dias seguidos, fez com que os católicos criassem um nome para tal festividade. A “Carnevale”, também conhecida como festa da carne era uma espécie de preparação para a chegada da quaresma. Período em que os cristãos celebravam uma data importante dentro do calendário religioso.

Então ……….espera um pouquinho, a palavra CARNAVAL é de origem cristã???? … a resposta é SIMMM… Os povos passavam esses quatro dias bebendo e comendo, para “compensar” os dias de jejum durante a quaresma.
Bom, da pra perceber que conforme o tempo foi passando, a festa foi sendo deturpada, até chegar ao que temos hoje …. a festa da carne se tornou a festa da carne humana, só pode!!!
Ligar a tv é deparar com corpos semi-nus, em alguns casos, completamente nus, as festas pelas ruas e clubes são regadas a muita bebida, drogas e sexo.

Não quero e nem vou generalizar, muitos curtem a festa sem precisar de nada disso, gostam mesmo é de dançar e se divertir com os amigos, assim como eu, que já vivi muitos carnavais no clube, pulando 4 dias sem parar, mas o resultado no final era sempre o mesmo, me sentir o verdadeiro pó da quarta feira de cinzas rs

Ano passado, após um carnaval inquietante e já sem sentido vivido em 2010, decidi contrariar meus próprios argumentos de que nunca faria um retiro de carnaval e decidi viver um carnaval diferente, pela 1º vez em 11 anos, deixei o salão e fui viver um carnaval cristão na Canção Nova. Posso dizer que foi o melhor que já vivi, voltei de corpo doendo de tanto dançar, mas com o espírito renovado, batizada na alegria que não passa e preparada para bem viver minha quaresma.

Se você não tem um retiro em sua cidade para ir, ou ainda não se sente a vontade para estar em um, viva-o então da maneira que preferir… nós somos jovens cristãos, jovens que são chamados a viver no mundo, sem sermos do mundo, temos plena capacidade de sermos diferentes em meio a uma multidão que prega a liberdade, enquanto vivem escravizados pelo pecado. Se tem algo que aprendi durante esses anos onde venho sendo revolucionada e sarada em Deus, foi que quando as coisas mudam em nós, as coisas ao nosso redor tendem a mudar também, nossa forma de vestir, de nos comportar, os lugares onde freqüentar…e por ai vai.

Então, que tal assumirmos nossa postura de jovens cristãos neste carnaval, temos pela frente quatro dias para refletir, rezar, descansar e claro nos divertir muito e nos preparar para a quaresma, não precisamos de drogas, bebidas nem pegação, pois aquele a quem anunciamos, já nos pegou!!!.

Tamu Junto.

Cristiana Castro

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O caro que saiu barato #JovensSarados

Ele estava na primeira fileira na Missa de encerramento do Acampamento Jovens Sarados. O brilho no olhar e o sorriso marcavam a morte do homem velho e o nascimento do homem novo.

Há alguns meses atrás eu conheci esse jovem, que vou chamar aqui de “Sarado”, em uma das missões dos Jovens Sarados pelo Brasil. Ele caiu de “paraquedas” naquele fim de semana. Teve uma experiência forte com o “Bom Samaritano” na ocasião. Passados alguns meses veio renovar esse encontro na Canção Nova.

Caminhando pela Chácara durante uma das pregações do Acampamento no último fim de semana, eu encontrei o Sarado. Já achei estranho ele não estar assistindo a pregação. Eu estava atrasada mas tive que parar. Logo no início da conversa o Sarado falou de suas dificuldades. Ele não estava conseguindo ir à Missa, não conseguia fugir das más companhias e o namoro estava de mal a pior. Além de tudo isso ele me confidenciou que sua última confissão tinha sido há 18 anos.  Eu disse pra ele “melhor ainda! Um bom exame de consciência, a Confissão e a Comunhão são o melhor remédio. Aproveita esses dias na Canção Nova!”

Sem Jesus Eucarístico a gente não vai longe. Monsenhor Jonas já disse: “Quem não adorar não vai aguentar.”  A Eucaristia é o nosso combustível, é o alimento da alma. Já ouviu a expressão: Saco vazio não pára em pé? Alma vazia morre.

É na Adoração e na Comunhão que Jesus revigora as forças da nossa alma.  Nesses momentos podemos descansar no Coração de Jesus, encontrar abrigo, refúgio e nos abastecermos para as batalhas do dia a dia.

Na Canção Nova nós procuramos a Santa Missa todos os dias, porque nossa luta é árdua e diária. Eu imagino que a sua luta diária também não deve ser tão fácil. Eu tenho a graça de ter a Santa Missa todos os dias aqui na Canção Nova. Talvez você não tenha a mesma felicidade, mas se tiver não perca tempo juventude sarada.

Mesmo se o padre não te agrada. Medite na Liturgia da Palavra e comungue. Não se afaste da Confissão, não tenha medo do padre porque isso tudo são tentações que o Demônio coloca diante de nós para nos afastar de Jesus Eucarístico.

O Encardido sabe da potência que você terá se for abastecido pela Eucaristia. Não se deixe enganar.

No final do Acampamento o “Sarado” me deu um abraço e disse: “O caro saiu barato.” Na confissão ele trocou 18 anos de pecado por 10 ave-marias, que foi sua penitência. Meu coração pulou de felicidade ao ouvir isso. Ganhei o fim de semana.

Como o olhar e o sorriso do “Sarado”, que  transbordavam o fim de 18 anos de pecado e a ressurreição de um homem de Deus naquela Missa ontem, eu espero que Jesus te encontre. Mesmo se hoje você saiu de Jerusalém e está indo em direção a Jericó. Mesmo se hoje você saiu da presença de Deus e está indo em direção ao pecado.

Receba a boa notícia: Ainda dá tempo de voltar.

Deus abençoe seu retorno e espero seu testemunho.

(Ana Lucia - Canção Nova)

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É tempo de recomeçar!!!

Recomeçar tudo aquilo que ficou estacionado em 2011, ou mesmo deixar aquilo que não teve sentido e fazer um novo começo. Essa foi a maior cobrança que recebi durante os dias de convivência com o Padre Fernando durante o Revolução Jesus, ele me dizia: 2012 ….. 2012 minha irmã …… 2012 é o ano de recomeçar. Complemento com a frase dita pela Gabi: quem sabe não seja o tempo de Deus inaugurar um NOVO em sua vida …

E o que é que preciso inaugurar em minha vida ???? Partilho com vcs esta reflexão, pois não é somente em mim que Deus tem algo novo a fazer.

Adriano Gonçalves nos ajuda a partir de Eclesiastes 3, 1-15 a fazer essa reflexão.. vamos juntos???

Qual o tempo que vivo hoje em meu trabalho??? .. Em minha vida afetiva…….. na Igreja ….

Tamu Junto …
Cristiana


Parte 1

Parte2

Parte 3

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Eu não posso mais voltar atrás …

Acordei com um convite para uma noite de bênçãos e alegria. Aceitei.

Liguei para as amigas e combinamos, as 18:45h a Adriana passaria para nos pegar e seguiríamos rumo à Araraquara…

Chegar na cidade foi tranqüilo, a aventura começa justamente dentro de Araraquara, nem mesmo o GPS  conseguiu nos ajudar. Éramos cinco desorientadas tentando chegar a tempo do grande encontro com Ele.

Rodamos muito. Perguntamos a uma porção de gente como chegar até Ele, todos nos mandavam seguir caminhos diferentes que só retardavam nosso encontro. Uma dessas pessoas, inclusive, nos tirou do caminho certo, pois, mais tarde fomos entender que estávamos há poucos metros do local combinado e ela nos indicou o caminho contrário, por não conhecermos bem a cidade acreditamos nela e demos a volta.

Quantas vezes fazemos isso na nossa vida. Estamos ali pertinho Dele, em campo seguro, mas damos ouvidos a outras coisas e seguimos por caminhos diferentes que nos afastam cada vez mais da nossa essência de filhos do céu.

O diabo quer o tempo todo nos confundir, nos fazendo acreditar que agora estamos no caminho certo, mas na verdade ele está nos conduzindo cada vez mais longe e não percebemos que ele nos faz de bobos nos levando a andar em círculos, por isso aquela sensação de cansaço, irritação e desejo de desistir.

Ignoramos até mesmo o GPS, que estava lá o tempo todo nos indicando o caminho certo, Ele dizia: “entre a direita” e nós entrávamos à esquerda… quando nos aproximávamos do caminho certo ele fazia muito barulho pra chamar nossa atenção e o ignorávamos.

Na vida nosso GPS é o Espírito Santo. Ele está o tempo todo nos indicando o caminho certo, mas insistimos em escutar as vozes do mundo e ignorar a voz que grita dentro de nós!!

Mas como Ele nunca desiste, encontramos um senhor solitário em um carrinho de lanche… desci e fui perguntar a ele como chegar, era nossa última chance, última tentativa, já queríamos desistir, estávamos mais do que atrasadas. Ele então sorriu pra mim, disse que já estava de olho em nós pois, percebeu que há tempo andávamos em circulo. Ele parou o que estava fazendo e com muito cuidado nos indicou o caminho e disse: “Que o Senhor os acompanhe e abençoe!”

Voltei pro carro e expliquei as meninas como chegar.

Deus é assim, Ele nunca desiste de nós. Sempre coloca em nosso caminho anjos para nos mostrar como chegar.

Descobrimos que no caminho não haviam curvas ou entradas, era uma reta só… isso quer dizer que quando seguimos à Deus não devemos nos desviar para lado algum, apenas seguir em frente, confiantes de que Ele está no comando de tudo.

“Quando se deixa tudo para a Deus seguir não se tem idéia de onde Ele vai nos levar”… tudo depende apenas Dele!!

Quando pensamos estar muito distante do Senhor, descobrimos que na verdade “estamos apenas há uma oração de distância”.

Chegamos lá, e ao contrario do que pensávamos, não estávamos atrasadas, Ele nos esperou para começar o espetáculo que foi a noite que carinhosamente Ele nos preparou.

Encontramos nossos amigos Mácio Todeschini e Carlos Tocco, vivemos com eles uma noite linda de louvor e oração. Depois continuamos a noite na alegria do Senhor em meio a partilhas e muita festa, porque estar com amigos é assim: sempre uma festa!!

Como disse a Cristiana nossa  noite  teve como…. “Cardápio da noite

  • – ENTRADA: alegria, bons amigos e um GPS rs ……
  • PRATO PRINCIPAL: muita musica e oração (sem falar na nova coreografia de “Força do Amor” ) ……..
  • ACOMPANHAMENTO: arroz, carne, saladas, pastel, cachorro quente (depende o gosto do freguês rs) suco de laranja, bate papo animado, pequenas partilhas e a criação do novo show: “A FORÇA DO AMOR E ADORAÇÃO”…..
  • SOBREMESA: sorvete de leite ninho coberto de revelações hahaha e muitas, muitas e mtas gargalhadas, ah sim..mta seriedade nos comentários de Carlos Tocco rs …………. E para encerrar a noite: um tchau e até logo ..pq pessoas queridas se despedem ja combinando o próximo reencontro. Obrigada amigos por essa noite mais que animada e especial!!!!

Terminamos com desejo de reencontro!!

“Obrigada Senhor por não desistir de mim, por me mostrar nessa noite especial que ainda que eu desanime porque o mundo quer me convencer do contrário, o Senhor ainda me quer e me mostra que vale a pena “abrir mão dos meus sonhos, para que sonhes em mim”. Eu me esvazio para que o Senhor me preencha! Porque não posso mais voltar atrás.“

Nada me falta ( Marcio Todeschini )

Quando se deixa tudo para à Deus seguir, Não se tem idéia de onde Ele vai nos levar

A vida passa a ter o hoje só, o amanhã Dele depende, Só nos resta confiar

Estar aberto ao novo a cada dia, E amar

Amar os que Deus quer ao nosso lado, E seguir

Se Deus é o nosso tudo, Nada há de faltar

Ele nos ama e sustenta, Nos dá força e alegria

Ah! Nada me falta, Ah! Deus sabe o que é bom pra mim

Ah! Eu abro mão dos meus sonhos, Pra Deus sonhar em mim, Preciso me esvaziar

Ah! Deus sempre cuida de mim, Ah!Ele me ama demais

Ah! Deus sabe do que preciso, Eu sou tão feliz assim, Eu não posso mais voltar atrás…

Carolina Ventura

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